eu não te sinto, não te sinto, à noite sim.. muito. de dia não, nada. não sinto nada. nada. não sinto nada..
1 comentário:
Anónimo
disse...
(tower of song- U2/leonard cohen) "I see you standin' on the other side I don't know How the river got so wide? I loved you, baby, way back when... And all the bridges are burnin' that we might've crossed But I feel so close to everything that we lost..."
acho q esta quadra descreve a minha interpretação do q escrevest, um sentimento q até a ti te parece confundir e que se revela quando, perante o vazio, sentes os calafrios na péle, de 1 ideal (1 forma de existência baseada num ideal como o do romantismo, ou seja, uma construção de algo com substância e q dê 1 sentido à existência) 1 ideal que te escapa e que precisas de agarrar ansiosamente (precisamente pela consciência do vazio q preenche os dias em q "n sentes" e q são passados em revista na imensa solidão da noite, uma solidão que ultrapassa uns irremediàveis 10m)
gostei imenso de te ler, eu ainda n acho q eu seja grande coisa a escrever, mas tenho vindo a ficar melhor, vamos ganhando consciencia a medida q ganhamos experiência na transposição do conteudo para a sua expressão mas dizia-te q percebe-se q sentiste de facto o q escrevest por reflectir 1 estado psicológico existente (verdadeiro, coerente) e por isso, invez de caires num erro meu de tentar descrever aquilo q consegui perceber teoricamente acerca do q sentí e o q está por detrás de tudo isso e como isso se caracteriza face ao seu enquadramento, etc, passast para a sua exposição em q tentas compartilhar com o leitor a experiência. se eu o tivesse feito teria começado por adjectivar a realidade envolvente para tentar verter o sentimento, e teria perdido algo q conseguiste q é formalizar a ansiedade expressada precisamente por te centrares numa unica coisa e girares em seu torno (mostrando com 1 janela precisamente o q t vai na cabeça)
deves tar a pensar q "este palerma teoriza demais" e o texto ja vai longo, mas acho q se resume a "fico a espera de mais poemas teus, gostei bastante" 1beijo
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(tower of song- U2/leonard cohen)
"I see you standin' on the other side
I don't know How the river got so wide?
I loved you, baby, way back when...
And all the bridges are burnin' that we might've crossed
But I feel so close to everything that we lost..."
acho q esta quadra descreve a minha interpretação do q escrevest, um sentimento q até a ti te parece confundir e que se revela quando, perante o vazio, sentes os calafrios na péle, de 1 ideal (1 forma de existência baseada num ideal como o do romantismo, ou seja, uma construção de algo com substância e q dê 1 sentido à existência) 1 ideal que te escapa e que precisas de agarrar ansiosamente (precisamente pela consciência do vazio q preenche os dias em q "n sentes" e q são passados em revista na imensa solidão da noite, uma solidão que ultrapassa uns irremediàveis 10m)
gostei imenso de te ler,
eu ainda n acho q eu seja grande coisa a escrever, mas tenho vindo a ficar melhor, vamos ganhando consciencia a medida q ganhamos experiência na transposição do conteudo para a sua expressão
mas dizia-te q percebe-se q sentiste de facto o q escrevest por reflectir 1 estado psicológico existente (verdadeiro, coerente) e por isso, invez de caires num erro meu de tentar descrever aquilo q consegui perceber teoricamente acerca do q sentí e o q está por detrás de tudo isso e como isso se caracteriza face ao seu enquadramento, etc, passast para a sua exposição em q tentas compartilhar com o leitor a experiência. se eu o tivesse feito teria começado por adjectivar a realidade envolvente para tentar verter o sentimento, e teria perdido algo q conseguiste q é formalizar a ansiedade expressada precisamente por te centrares numa unica coisa e girares em seu torno (mostrando com 1 janela precisamente o q t vai na cabeça)
deves tar a pensar q "este palerma teoriza demais" e o texto ja vai longo, mas acho q se resume a "fico a espera de mais poemas teus, gostei bastante"
1beijo
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